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ⓘ Rua de Sá da Bandeira




Rua de Sá da Bandeira
                                     

ⓘ Rua de Sá da Bandeira

A rua foi assim chamada em homenagem a Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, figura proeminente das Guerras Liberais, nomeadamente do episódio do Cerco do Porto.

                                     

1. História

A rua começou a ser aberta em 1836, através de terrenos que pertenciam à abandonada cerca dos padres Congregados, que fugiram do Porto, abandonando o convento, quando D. Pedro entrou na cidade à frente do Exército Libertador.

A intenção do município, ao rasgar esta nova artéria, foi a de estabelecer uma ligação rápida e directa entre a então Praça de D. Pedro e a Rua do Bonjardim. As obras começaram em 1836 mas só sete anos depois 1843 se começaram a construir casas e as primeiras que se levantaram foram as que ficaram com as traseiras voltadas para a Viela dos Congregados.

Em 1848 no cunhal do prédio que fazia esquina da nova artéria coma antiga parte do Bonjardim, ou seja, no cunhal do prédio que viria, mais tarde, a dar lugar a outro onde esteve o Banco Pinto de Magalhães, construiu-se uma fonte pública, com duas bicas que era alimentada pelo manancial de Camões. Por volta de 1875 a Câmara deliberou arrasar as Vielas da Neta e fazer o prolongamento da Rua de Sá da Bandeira para o Norte.

Um ano depois estavam feitas todas as expropriações e começou o rompimento da rua que iria prolongar o troço já existente até à Rua Formosa.

Em 1880 já esta parte estava aberta ao trânsito. Em 1904 começaram as obras para continuidade da Rua de Sá da Bandeira até à Rua de Fernandes Tomás.

Onze anos depois as obras voltaram-se para Sul, porque o vereador Elísio de Melo resolveu alargar a parte da Rua do Bonjardim, compreendida entre a nova Rua de Sá da Bandeira e a então chamada Rua de Santo António.

Concluída a obra foi este renovado troço considerado como um prolongamento da Rua de Sá da Bandeira e nela incorporado e à parte que ligava a Rua do Bonjardim à Praça foi dado o nome de Sampaio Bruno. Corria o ano de 1916. Começavam as obras para a abertura da Avenida dos Aliados.

                                     
  • Sá da Bandeira Angola - designação colonial da cidade do Lubango Angola Jardim Sá da Bandeira - em Coimbra Portugal Rua de Sá da Bandeira - rua
  • outro de pedra e cal, por sua vez substituído, dez anos depois, pelo edifício que chegou até aos nossos dias. Até à abertura da rua Sá da Bandeira em finais
  • Alto da Bandeira fica na confluência das freguesias de Santa Marinha e de Mafamude. Aquela zona é actualmente ocupada pela Rua do Marquês de Sá da Bandeira
  • confundir com Praia da Bandeira Praça da Bandeira é um bairro da Zona Norte do município do Rio de Janeiro. Administrado pela subprefeitura da Grande Tijuca
  • populoso do país, o primeiro fora da província de Luanda. Desenvolveu - se sobretudo a partir da colónia de Sá da Bandeira tomando esse nome entre 1884
  • silo - auto do cimo da Rua de Sá da Bandeira A atual Capela das Almas, localizada na esquina com a Rua de Fernandes Tomás. Na atual Praça da Batalha. Paz
  • de Freitas Branco de Sá da Bandeira Lisboa, 22 de junho de 1963 é uma actriz portuguesa. Frequentou o curso de Filosofia da U.C.P tem o curso de formação
  • de Sá da Bandeira e 1.º Marquês de Sá da Bandeira e de sua mulher Amélia Dantas Pereira 14 de Julho de 1886 - 25 de Fevereiro de 1960 Rolando Sá Nogueira
  • foram abertas a Rua Nova da Alfândega, a Rua de Sá da Bandeira a Rua Mouzinho da Silveira, a Rotunda da Boavista, inaugurada a Ponte D. Maria Pia, entre
  • dá acesso ao piso térreo é feito pela Rua Formosa, as entradas laterais pela Rua de Sá da Bandeira e pela Rua Alexandre Braga dão acesso a um patamar
  • cafés da cidade do Porto, em Portugal. Está localizado na Rua de Sá da Bandeira em plena Baixa do Porto. Com projeto do arquiteto Francisco de Oliveira