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ⓘ Tico-tico no Fubá




                                     

ⓘ Tico-tico no Fubá

Tico-Tico no Fubá é um choro composto por Zequinha de Abreu. Ficou imortalizado na voz de Carmen Miranda, e com o tempo, tornou-se uma das canções brasileiras mais conhecidas do mundo.

                                     

1. História

Foi apresentada pela primeira vez em um baile da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, em 1917, sob o nome de Tico-Tico no Farelo. A canção recebeu o nome atual em 1931, já que existia outra de mesmo título, composta por Canhoto. No mesmo ano foi incluída pela primeira vez em disco, gravado pela Orquestra Colbaz. Embora seja essencialmente instrumental, tem letra de Eurico Barreiros e Aloísio de Oliveira, além de uma versão em inglês de Ervin Drake.

Foi gravada pela organista Ethel Smith em 1941, que fez grande sucesso internacional, e por Ray Conniff. Em 1942, regravada pela Rainha do Chorinho Ademilde Fonseca.

Atingiu o ápice de sua popularidade anos 1940, quando fez parte de nada menos do que seis filmes em Hollywood, inclusive filmes estrelados por Esther Williams. A canção aparace com duas letras, uma feita no Brasil, e outra versão escrita nos Estados Unidos por Aloísio de Oliveira para Carmen Miranda que a gravou pela Decca Records em 1945, e a apresentou no filme Copacabana de 1947, no qual contracena com o Groucho Marx.

Parte da história sobre a canção foi contada no filme Tico-tico no Fubá de 1952, dirigido por Adolfo Celi.

Em 2006, foi regravada pelo cantor Ney Matogrosso para o álbum Batuque. Em 2009, foi a vez da cantora baiana Daniela Mercury, que regravou a canção em seu décimo terceiro álbum de estúdio, Canibália.

A seleção brasileira de nado sincronizado utilizou com sucesso a canção como tema no XV Mundial de Esportes Aquáticos, realizado na cidade de Barcelona, em 2013.

Tico-tico no Fubá foi executada na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, por Roberta Sá interpretando Carmen Miranda.

                                     

2. Na cultura popular

Outras versões

A canção teve diversas outras regravações, nas vozes de Carmen Miranda - a mais conhecida - Dalida, Michel Legrand, Mantovani, Roberto Inglez, Ray Conniff, Perez Prado, Orquestra Tabajara, Os Vocalistas Modernos, Henry Mancini, Stan Kenton, Charlie Parker, Tommy Dorsey, Paco de Lucia, Desi Arnaz, Les Brown, David Grisman, Waldir Azevedo, Garoto, Daniel Barenboim, Moreira Lima, Jacques Klein, Liberace, Lou Bega, Oscar Alemán, Paquito DRivera, Raphael Rabello, Armandinho, Paulo Moura, Pixinguinha, Ray Ventura, João Bosco, Benedito Lacerda, Orquestra Filarmônica de Berlim, Percy Faith, Marc-André Hamelin, Edmundo Ros, Klaus Wunderlich, Xavier Cugat, Edson Lopes, Yamandu Costa e Dominguinhos.